Entretanto, as instituições financeiras apresentam-se relutantes à medida, sustentando que o índice base não reflete o verdadeiro custo de captação de recursos dessas organizações.
No encontro do CNAS, os representantes dos bancos adiaram o debate sobre as novas taxas até a reunião subsequente do Copom, agendada para 31 de outubro e 1º de novembro.
Eles ainda sugeriram que o índice era determinado considerando a oscilação dos juros futuros para um período de dois anos.
A decisão causa inquietação nas instituições financeiras, nomeadamente nas de menor porte, que percebem uma diminuição na oferta do produto, particularmente para os clientes de alta exposição ao risco. Em contrapartida, representantes do Ministério da Aposentadoria Social enfatizam que diversas instituições já praticam um índice médio inferior ao teto previsto, permitindo possíveis reduções sem impactar a oferta do produto.
No setor financeiro, as propostas cresceram 23% em setembro, atingindo R$ 57,1 bilhões. Estas estatísticas mostram um cenário favorável para o setor, que mantém seu ritmo de expansão e traz oportunidades de investimento.