Mesmo com prisão revogada, Justiça mantém bloqueio de bens de Gusttavo Lima

Segurança09/10/2024

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A juíza Andréa Calado da Cruz, da 12ª Vara Criminal do Recife, decidiu nesta quarta-feira (9) manter o bloqueio dos bens do cantor Gusttavo Lima, assim como de outros investigados na Operação Integration, que apura crimes de lavagem de dinheiro e jogos ilegais.

A operação foi deflagrada no início de setembro e tem como alvo diversos envolvidos em um esquema criminoso.

A defesa do artista, cujo nome oficial é Nivaldo Batista Lima, havia solicitado o desbloqueio dos bens com base em uma decisão da Segunda Instância, proferida pelo desembargador Eduardo Guilliod Maranhão.

Segundo os advogados, essa decisão teria revogado não apenas a ordem de prisão preventiva, mas também as demais medidas cautelares, incluindo o bloqueio de valores e bens.

Juíza nega pedido de desbloqueio de bens

Apesar dos argumentos da defesa, a magistrada negou o pedido de desbloqueio. Em sua decisão, ela ressaltou que o desembargador suspendeu realmente a prisão preventiva, além de anular medidas como a suspensão do passaporte e do porte de arma de fogo do cantor.

Contudo, a ordem de bloqueio de bens e valores foi mantida.

Conforme a juíza, os fundamentos que embasaram a decisão inicial permanecem inalterados, justificando a manutenção das restrições. A gravidade dos fatos ainda sustenta a necessidade das medidas cautelares para garantir a proteção dos interesses da Justiça.

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