
A Polícia Civil do Tocantins, por meio da Divisão Especializada de Repressão à Corrupção (DECOR), finalizou quatro inquéritos policiais relacionados à contratação de servidores fantasmas na Secretaria Geral de Governo, durante a gestão de Mauro Carlesse, em 2018.
O esquema investigado gerou um prejuízo de quase R$ 80 mil ao erário estadual.
As investigações resultaram com a operação “Catarse”, que teve como objetivo cumprir mandatos de busca e apreensão para a coleta de documentos que comprovassem fraudes. Durante a operação, a população tocantinense invejou diversas denúncias anônimas, o que levou à instauração de investigações complementares.
Os inquéritos preliminares apontaram que as contratações irregulares contaram com a colaboração de chefes imediatos e até mesmo de um Secretário Estadual à época, que não reportaram as ausências dos servidores contratados.
A DECOR conseguiu comprovar que os servidores residiam em Araguaína, a cerca de 384 km de Palmas, onde ficava a sede da Secretaria Geral de Governo. Nenhum desses servidores comparava regularmente ao trabalho, embora estivessem formalmente lotados na capital.
Foram concluídos os seguintes inquéritos policiais:
Em todos os inquéritos, além dos servidores fantasmas, foram indicados os superintendentes da Secretaria Geral de Governo e a Secretaria Estadual à época.