Ilha do Bananal: busca pelo menino indígena desaparecido continua mesmo sem novas pistas, afirmam bombeiros; entenda o caso

Geral29/01/2024

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Foto: Corpo de Bombeiros/ Divulgação


O Corpo de Bombeiros continua procurando o garoto de 11 anos que sumiu na Ilha do Bananal. No nono dia de buscas, eles estão cobrindo uma área maior do que nos dias anteriores, com a ajuda de muitos indígenas. Até agora, não encontraram pistas do Bruno Karajá, que desapareceu no domingo (21).

As buscas estão focadas entre as cidades de Santa Terezinha (MT) e Pium (TO). A procura pelo menino vai seguir nesta segunda-feira (29). Desde o desaparecimento, uma equipe especial foi formada e as buscas acontecem todos os dias, por terra, ar e água. No sábado (27), as buscas começaram às 12h por causa da chuva forte na área.

No fim da tarde de sábado (27), um helicóptero voltou para Palmas. Na região, continuam os bombeiros, indígenas e três militares do Mato Grosso.

Buscas diárias:

No início, os próprios indígenas começaram a procurar no dia 21, logo após o Bruno sumir. No primeiro dia, um vaqueiro viu a criança a uns 15 km da aldeia Macaúba.

Na segunda-feira (22), equipes do Grupamento Aéreo da Polícia Militar e do Grupo de Resgate dos Bombeiros foram até a região. Eles procuraram por pegadas e sinais do menino. Choveu muito nesse dia, e a água apagou algumas marcas.

Na terça-feira (23), um grupo de indígenas passou a noite na mata para intensificar as buscas. O tio do menino, Urania Karaj, disse que encontraram sinais de que a criança estava por lá.

No dia 24, as equipes receberam apoio de militares do Mato Grosso. A família teve um pouco de esperança quando souberam que um cacique viu a criança, mas ela fugiu quando ele tentou se aproximar. Na mesma quarta-feira, o último cachorro que estava com Bruno voltou sozinho para casa.

As buscas seguiram na quinta-feira (25), mas sem pistas do menino. Na sexta-feira (26), um helicóptero da Polícia Militar de Mato Grosso sobrevoou a Ilha do Bananal para ajudar. Nesse dia, representantes das forças de segurança e indígenas se reuniram para planejar novas estratégias.

No sábado (27), as buscas começaram ao meio-dia por causa da chuva forte. A chuva continuou no domingo (28), e as buscas foram ampliadas. Muitos indígenas se juntaram à procura, mas ainda não há pistas do Bruno.

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