Foto: AP Photo/Alex Brandon
Na noite desta quarta-feira (29), um avião comercial e um helicóptero militar colidiram no ar em Washington, D.C., nos Estados Unidos. O acidente ocorreu por volta das 21h, horário local (23h de Brasília), nas proximidades do Aeroporto Nacional Ronald Reagan, que opera voos domésticos.
As autoridades informaram que a aeronave transportava 60 passageiros e quatro tripulantes, enquanto o helicóptero levava três soldados. Equipes de resgate trabalham na busca por vítimas no rio Potomac, onde o avião teria caído. Até a última atualização, 19 corpos haviam sido recuperados, e não havia registros de sobreviventes.
Investigações e impacto nas operações aéreas
As condições climáticas no local dificultam as operações de resgate, com temperaturas próximas a 4°C e ventos fortes, formando placas de gelo no rio. Segundo a Associated Press (AP), o helicóptero realizava um voo de treinamento no momento da colisão.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou estar acompanhando a situação e pediu orações às vítimas. Em comunicado, ele declarou: “Fui informado sobre o terrível acidente que ocorreu no Aeroporto Nacional Reagan e estou monitorando a situação.”
O avião envolvido é um Bombardier CRJ700, com capacidade para 65 passageiros, operado pela American Airlines em um voo que partiu de Wichita, Kansas, com destino a Washington. A colisão ocorreu momentos antes do pouso. O CEO da companhia aérea, Robert Isom, garantiu total cooperação com o Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB) na investigação do caso.
O helicóptero, um Sikorsky UH-60 Black Hawk, pertence às Forças Armadas dos Estados Unidos. O Exército confirmou que nenhum militar de alta patente estava a bordo.
Todos os pousos e decolagens no Aeroporto Nacional Reagan foram suspensos. A região, que abriga a Casa Branca e outras instalações governamentais, segue em alerta enquanto as investigações continuam.