A Polícia Civil do Tocantins, por meio da 81ª Delegacia de Ponte Alta, lançou um alerta para conscientizar os moradores de Ponte Alta, Mateiros e Pindorama sobre a crescente incidência de golpes aplicados via internet, como o golpe do Pix. De acordo com o delegado-chefe Roberto Assis, as fraudes têm afetado um número cada vez maior de pessoas, especialmente por meio de plataformas como WhatsApp e Instagram.
O delegado aponta que, em 2024, houve um aumento de 30% nos registros de golpes em comparação a 2023. Os prejuízos, somados, chegam a milhares de reais. “Os criminosos utilizam estratégias como clonagem de números de WhatsApp e troca de fotos em redes sociais para se passarem por parentes ou amigos e solicitar empréstimos”, destacou Roberto Assis.
Dicas de segurança e o que fazer em caso de golpe
A Polícia Civil recomenda medidas preventivas para evitar cair em golpes:
Ligações suspeitas: Desconfie de chamadas de supostas “centrais” sobre compras que você não reconhece. Nunca forneça dados pessoais ou bancários e desligue imediatamente.
Mensagens de parentes ou amigos: Caso receba solicitações de dinheiro via WhatsApp ou Instagram, verifique diretamente com a pessoa antes de realizar qualquer transferência.
Propostas tentadoras: Desconfie de ofertas com preços muito abaixo do mercado ou descontos exagerados divulgados na internet.
Se a vítima cair em um golpe, as orientações são:
Contate o banco e peça a abertura do Mecanismo Especial de Devolução (MED).
Guarde todos os registros da fraude para auxiliar nas investigações.
Para casos mais graves, a 81ª Delegacia de Polícia Civil está à disposição pelo telefone (63) 3378-1400.
Vítimas mais frequentes
A Polícia Civil alerta que os golpistas geralmente têm como alvo os mais vulneráveis, como idosos. Além disso, as redes sociais se tornaram um dos principais meios utilizados para aplicar golpes.
“Prevenir danos passa pela conscientização sobre o uso seguro da internet e pela cautela com imagens e informações pessoais expostas nas redes. Sempre desconfie de mensagens de parentes pedindo dinheiro ou de propostas excessivamente vantajosas”, reforça o delegado Roberto Assis.